Boas leituras!!!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

"Tu é que és o Pai Natal?"




De gorro vermelho, casaco vermelho e barba branca, o ursinho Simão parece mesmo o Pai Natal! Pelo menos é o que pensam os ratinhos da floresta, que lhe perguntam ansiosos: - Pai Natal, podemos pedir-te um desejo? - Claro que podem - responde o Simão. - Tudo o que quiserem! O que ele não estava à espera, era que o único desejo dos ratinhos fosse simplesmente que o pequeno Ratocas, que estava doente, ficasse bom depressa. E agora? Como é que o Simão há-de sair deste imbróglio? Uma nova e encantadora colecção de álbuns ilustrados de Natal, centrada num pequeno e ternurento ursinho: o ursinho Simão que, entre outras coisas, adora o Natal!
Originário da Alemanha, onde foi criado em 1999, o ursinho Simão (Berti, no original) tem vindo a conquistar, de ano para ano, cada vez mais adeptos em todo o mundo. Encontra-se neste momento traduzido em 14 línguas e goza de verdadeiro estatuto de "estrela" nos países da Europa central.



segunda-feira, 19 de novembro de 2018

São Martinho - Biblioteca Escolar

A 16 de novembro, mais uma vez a Biblioteca Escolar participou na já tradicional Feira de S. Martinho, um dos eventos de maior destaque no nosso Agrupamento. Para além da venda de livros usados, a novidade deste ano foi a realização de uma tômbola em que, com um investimento muito pequeno, os nossos «clientes» se habilitavam a ganhar os mais variados e valiosos prémios; uma aposta vencedora a repetir.



A equipa da Biblioteca Escolar agradece a todos os alunos, professores, funcionários e comunidade educativa a sua colaboração com a BE na Feira de S. Martinho. Um agradecimento especial aos professores pela sua generosa contribuição. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Os modernistas em exposição no Museu Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante

Seis dezenas de obras de 14 pintores modernistas da Coleção Millennium bcp chegam à terra natal daquele que é considerado o maior de todos eles: Amarante. A exposição Os Modernistas, Amigos e Contemporâneos de Amadeo de Souza-Cardoso pode ser vista até janeiro de 2019.
    A obra Rio de Janeiro, de António Carneiro

A pintura modernista ocupa um lugar importante na Coleção Millennium BCP, cujas obras nos têm sido apresentadas amiúde. Desta vez, chegam à cidade “do maior dos modernistas, Amadeo de Souza
-Cardoso”, congratula-se a historiadora Raquel Henriques da Silva, curadora da exposição 
Os Modernistas, Amigos e Contemporâneos de Amadeo de Souza-Cardoso, que acaba de inaugurar em Amarante, no museu que leva o nome do pintor português da primeira geração de modernistas (do início do século XX).
O que une estes 14 pintores, que nos apresentam 59 obras, “é a vontade de pôr em causa o modo como até então a pintura representava o que vemos à nossa volta”, sublinha a curadora no texto do catálogo da exposição. Estes artistas, que iniciaram as suas carreiras entre 1900 e 1930, “não pretendem que o espectador admire a perfeição, confundindo a arte com a vida, mas mostrar os processos de trabalho; para eles uma obra de arte é recriação, não cópia”, reforça. O circuito expositivo acompanha a disposição das salas do museu, obra do arquiteto Alcino Soutinho, e um dos primeiros espaços museológicos pensados para a Arte Contemporânea.
Raquel Henriques da Silva reconhece que estas obras da primeira metade do século XX, poucas vezes mostradas ao público, “não são fáceis de ver”. Têm uma variedade de técnicas e temas, desde as paisagens aos retratos ou às naturezas-mortas. De Amadeo de Souza-Cardoso, “o que morreu mais cedo desta geração tão promissora”, veremos duas pinturas: Paisagem (1912) e Montanhas (1910). Marçano (1939), de Almada Negreiros, será, aponta Raquel Henriques da Silva, uma das “obras inesquecíveis”, bem como Cavalos, de Dordio Gomes – uma das seis pinturas do artista em exposição –,Rio de Janeiro, de António Carneiro, as pequenas paisagens francesas de Francis Smith ou ainda “as figuras inquietantes” de Júlio [dos Reis Pereira, irmão de José Régio]. A exposição, que inaugura ao mesmo tempo que a cidade recebe o festival MIMO, pode ser visitada até 28 de outubro, mês em que se assinala o centenário da morte de Amadeo.
A curadora e historiadora de arte Raquel Henriques da Silva fará algumas visitas guiadas à exposição, em Amarante, em datas ainda a definir.
Museu Amadeo de Souza-Cardoso > Alameda Teixeira de Pascoaes, Amarante 
> T. 255 420 282

http://visao.sapo.pt/actualidade/visaose7e/ver/2018-07-21-Os-modernistas-que-aprenderam-a-olhar-e-a-ver-em-exposicao-no-Museu-
Amadeo-de-Souza-Cardoso-em-Amarante

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Um cantinho para trabalhar

A Biblioteca da tua escola pode ser um bom local para realizares os teus trabalhos de casa ou estudares.
Lá encontras professores de várias disciplinas que te podem ajudar sempre que tiveres dúvidas.



Vem até cá!

A Princesa Estagiária

«Recomendo este livro, do qual gostei muito.»
«Esta obra fala de uma rapariga que está a ter aulas para ser princesa. Os amigos chamam-lhe mana galinha porque ela tinha um irmão mais novo e protegia-o muito.Foi eleita presidente da Associação de Estudantes. A história é contada na primeira pessoa. Ela anda no 10.º ano e a melhor amiga é irmã do namorado.A mãe não tinha muito cuidado com o bebé de 3 meses: ele às vezes começava a chorar e ela continuava a ver televisão - não lhe ligava, dizendo que era só uma birra e que passava.»

Lara Costa, 7ºB2, nº11


DIA DO PIJAMA 

O Dia Nacional do Pijama é uma grande experiência educativa assinalada a 20 de novembro. É um dia divertido - permite o brincar espontâneo. É um dia educativo - permite incorporar intencionalidade pedagógica. É um dia que promove a escola de valores - permite que as crianças aprendam a partilhar e a viver a solidariedade. É também um dia que liga a família e a escola - permite a celebração do valor da família e a aproximação entre os pais e a escola.
O Dia Nacional do Pijama é por isso, uma experiência educativa 3 em 1. 
É formado por três componentes: (1) lúdica, (2) educativa e (3) solidária. E contribui para a relação escola-família.
Para se potenciar a riqueza pedagógica da iniciativa, o Dia Nacional do Pijama deve ser planeado.

                                      A Pedra Falante (Livro 2018)

http://www.mundosdevida.pt/_Livro_A_Pedra_Falante


Quando descobrem o motivo pelo qual um menino traz pedrinhas para a escola, a Maria, a Milu e o Quincas decidem ajudá-lo para que volte a ter paz. Mas, quando se preparam para acalmar o coração desse novo amigo com um presente da avó Mimosa, tudo muda.
O que começa por ser um momento familiar triste transforma-se numa aventura perigosa, já que as pedras são injustamente acusadas de causarem todo o mal. Numa terra desanimada, com menos árvores e menos crianças, as pedrinhas que trazem nos bolsos são inocentes, mas ninguém parece importar-se.
A coragem dos três amigos, à qual se junta uma criatura fantástica, vai deslindar o segredo das pedras. Esta deliciosa aventura fala da possibilidade de sermos amados e de vivermos num mundo melhor.
Escrito para filhos e pais, o sétimo livro da coleção «Dia Nacional do Pijama» é uma história maravilhosa sobre a importância de deixarmos as nossas escolhas nas nossas próprias mãos.
Os livros das sete histórias podem ser adquiridos na "Loja dos Abraços", neste site da Mundos de Vida, seguindo esta ligação:

20 anos do Prémio Nobel

Ainda podes visitar na Biblioteca da tua escola a exposição que assinala os 20 anos do Prémio Nobel da Literatura de José Saramago.


Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, se bem que o registo oficial mencione como data de nascimento o dia 18. Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não havia ainda completado dois anos. A maior parte da sua vida decorreu, portanto, na capital, embora até aos primeiros anos da idade adulta fossem numerosas, e por vezes prolongadas, as suas estadas na aldeia natal.
Fez estudos secundários (liceais e técnicos) que, por dificuldades económicas, não pôde prosseguir. O seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance,  Terra do Pecado, em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar (até 1966). Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista  Seara Nova. Em 1972 e 1973 fez parte da redação do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele vespertino.
Pertenceu à primeira Direção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, de 1985 a 1994, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi diretor-adjunto do jornal  Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor. Casou com Pilar del Río em 1988 e em Fevereiro de 1993 decidiu repartir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias (Espanha). Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura.

José Saramago faleceu a 18 de Junho de 2010.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Canção de S. Martinho


Lenda de S. Martinho
Música e letra: José Carlos Godinho


















Coro:
Pelo caminho, estrada romana,
O São Martinho vai veloz a cavalgar.
Não é romano, mas serve Roma
Tem uma espada e uma capa militar.

Ai, como chove! Como faz frio!
O vento é tanto e até faz rodopiar!
Mas São Martinho vai bem quentinho
Agasalhado em sua capa militar.

Eis senão quando, junto ao caminho,
Se estende a mão de um pobre velho a tiritar.
Morre de frio, não tem abrigo
Já não tem roupa, não se pode agasalhar.

Que dor no peito! Que dor ardente!
Ver este pobre quase morto a suplicar.
Mas não tem nada o São Martinho
Além da espada e da capa militar.

O São Martinho deixa a montada
Puxa da espada e corta a capa militar
E dá metade ao pobre homem
E uma só capa vai os dois agasalhar.

E de repente, o Sol ardente,
Rasgando as nuvens faz chegar o seu esplendor.
Acaba o frio, a chuva, o vento
Pois o Verão de São Martinho traz calor.

Música e letra: José Carlos Godinho

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

MIBE 2018


Como já vem sendo tradição, no passado mês de outubro comemorou-se mais uma vez o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares com diferentes atividades.

No início de outubro, a equipa da Biblioteca Escolar acolheu os alunos que chegaram de novo, no sentido de formar os novos utilizadores para um uso responsável e autónomo da BE: deu-lhes a conhecer os serviços que este espaço lhes oferece, explicou-lhe as regras de funcionamento da BE e levou-os à descoberta dos TESOUROS escondidos por estas paragens.

Num segundo momento, estes alunos do 5.º ano participaram num peddy-paper que pôs à prova tudo o que aprenderam sobre a BE nesta visita. Os alunos participaram com grande entusiasmo na procura das respostas pedidas. As respostas corretas comprovaram que escutaram com muita atenção o que lhes foi transmitido.


Ainda no início de outubro, exposições nas bibliotecas de livros/trabalhos e um PPT sobre a implantação da República em Portugal assinalaram o 5 de outubro, data tão importante da nossa história.

Já a meio do mês, para comemorar o dia Mundial da Alimentação, elaboraram-se marcadores de livros inspirados na temática da importância de uma alimentação saudável, em articulação com o subdepartamento de Português do 3.º ciclo. De realçar a importância da colaboração dos alunos e professores envolvidos.

Ainda neste mês, a Biblioteca Escolar levou a Hora do Conto aos alunos da educação-pré escolar e primeiro ciclo com a atriz Ana Azevedo que contou a história “Camilo, um Camelo no deserto”. Alunos e professores envolveram-se com bastante entusiamo e empenho na atividade.


O encerramento do mês de outubro foi assinalado com sessões de cinema, em articulação com o subdepartamento de Inglês do 2º ciclo. Para este dia, que é de Halloween, foi escolhido o filme «Coco», dos realizadores Lee Unkrich e Adrian Molina. A biblioteca viu-se decorada a rigor e, no final, alunos e professores tiveram direito a uma pequena lembrança. Quem visitou a BE neste final do mês pode ainda apreciar a exposição de livros que lá existem relacionados com a temática do Halloween - bruxas e esqueletos, lanternas medonhas que são abóboras, teias e aranhas, vampiros e fantasmas, monstros medonhos e aventuras de cortar a respiração, mistério e suspense e... poesia.